Eu tinha 38 anos, três filhos, 24 quilos a mais, e acabava de comer escondida um pote inteiro de sorvete. Me ajoelhei no chão da cozinha, ainda com a colher na mão, e pedi a Deus que me mostrasse onde, em toda a sua Palavra, estava escrito como eu deveria me alimentar.
Abri a Bíblia ao acaso e caí no livro de Daniel. Comecei a ler — e foi quando o Espírito Santo abriu meus olhos para algo que sempre esteve ali, mas eu nunca tinha visto: Daniel, no palácio do Rei Nabucodonosor, recusou a comida real e propôs uma dieta de 10 dias com legumes e água. No final, ele estava mais forte, mais bonito e mais inteligente que todos os outros jovens.
Comecei a pesquisar. Estudei nutrição. Cruzei cada alimento citado nas Escrituras com pesquisas científicas modernas. O que encontrei me arrepiou: a Universidade de Harvard, em 2019, confirmou que os alimentos seguidos por Daniel (e por Jesus, por Davi, pelos patriarcas) possuem propriedades que aceleram o metabolismo, reduzem inflamação e equilibram hormônios da fome.
A Bíblia tinha a resposta o tempo todo. Eu só não sabia ler.
Em 21 dias seguindo o que chamei de Protocolo Daniel, perdi 6kg. Em 90 dias, 19kg. Mas o que mudou de verdade não foi o ponteiro da balança — foi o peso que saiu da minha alma. Pela primeira vez em anos, minhas orações pela saúde não estavam mais sendo canceladas pelo meu próximo prato.
Hoje, mais de 12.000 mulheres cristãs já receberam o método. E é por isso que esta página existe.